RECOMENDE!

quarta-feira, outubro 17, 2012

Pitombas





quinta-feira, dezembro 22, 2011

Revolta e revolução

A cada dia que passa fica mais fácil termos este sentimento em cada um de nós ou como disse Rubens Alves, quem tolera tudo é porque não se importa com nada. Neste mundo onde tudo é possível torna-se certo nossa indignação contra algumas pessoas e suas atitudes. Entretanto, o mundo também é relativo e o que seria uma indignação transforma-se em aceitação.
Em alguns dicionários revolução e revolta são sinônimos, mas não entendo assim. Existe revolta sem revolução, mas sem revolta não há revolução, a não ser uma revolução tecnológica ou coisa do tipo. Entretanto quando a revolução está na pessoa ou na sociedade é preciso ter a revolta, pois esta é a energia para alimentar a revolução e a revolta sem revolução é desperdício de energia ou pior, usar a energia da revolta de forma destrutiva, que se torna o contrário da revolução, isto é, uma regressão.
Um exemplo simples, fui mal na prova e aquilo me revoltou, agora estou energizado e posso usar esta energia para quebrar as coisas, brigar com quem não tem nada a ver ou simplesmente tomar coragem para sair e encher a cara. Por outro lado, esta energia da revolta pode me encher de força e motivação para estudar com mais afinco e ir melhor na próxima. Isto é comum e quem nunca passou por isso? Uma coisa pequena, mas para coisas maiores também é assim. Vemos isto com torcidas de futebol, o time só perde, os jogadores não demonstram garra no campo e a torcida se revolta. Ao invés de não ir mais aos estádios boicotando o time ou protestando de forma justa, a torcida sai por ai quebrando tudo, colocando fogo em carros de quem não tem nada a ver e por ai vai...
Uma revolução começa com a revolta, revoltei-me com a situação e quero mudar, este é o início, depois para que a revolução seja eficaz tem que haver radicalismo, ou seja, tudo aquilo que impede a eficácia da revolução deve ser banido radicalmente sem dó e prosa. Ser radical é o que fortalece o processo de revolução.
A revolução mais famosa de todas é a francesa. O povo se revoltou com a situação do país e determinou uma revolução, todavia esta revolução não acontece da noite para o dia. É necessário muito empenho, firmeza na decisão e muita radicalidade. Na França criou-se a guilhotina para acabar de uma por todas com aqueles que eram contrários a revolução, esta foi a forma radical que eles encontraram para que o ideal torna-se realidade.
Está cada dia mais difícil ser um revolucionário, inclusive revolucionários de nós mesmos. O relativismo, a indiferença e o comodismo são os principais inimigos da revolução. Estou cômodo no meu lugar porque vou arrumar sarna para me coçar? Posso ter um vício que não quero mais, entretanto só de pensar na luta que vou passar para me livrar dele acabo escolhendo ficar acomodado com meu vício. Preciso emagrecer, mas só de pensar em passar fome e fazer exercícios, prefiro continuar gordo. A indiferença aos outros me impede de mudar algo em mim que atrapalha ou incomoda alguém. A indiferença também bloqueia uma revolução social, se não me incomodo com os outros porque vou me envolver em algo que nada tem a ver comigo, cai naquela história do rato e da ratoeira. E o Relativismo é o comodismo do senso comum. Para o senso comum tudo é normal, aquilo não é tão mal assim e por ai vai. Relativismo é ficar em cima do muro.
Você quer uma mudança, quer uma revolução na sua vida? Primeiro lugar é necessário se revoltar contra a situação para ter energia para lutar, pois senão na primeira batalha difícil você abandonará e também com o passar dos dias aquela vontade de mudança vai enfraquecendo e quando perceber já está acomodado novamente com a situação. Junto com a revolta tem que vir o radicalismo, isto é, construa sua ‘guilhotina’ para ‘decapitar’ tudo aquilo que é contrário a sua revolução. Determinação e perseverança são fundamentais para a conquista de qualquer objetivo. Não se assuste com o tamanho da batalha, foque no objetivo e persevere, porque a cada batalha vencida a próxima é enfraquecida. Não estagne, mude, lute e desfrute de uma vida melhor através das revoluções que precisamos para transformar nossa vida e nossa sociedade.

sábado, dezembro 03, 2011

terça-feira, agosto 23, 2011

VATICANO - ROMA - ITÁLIA





















Sinto vergonha de mim! - Cleide Canton e Rui Barbosa

Sinto vergonha de mim!

"Por ter sido educadora de parte desse povo,

por ter batalhado sempre pela justiça,

por compactuar com a honestidade,

por primar pela verdade

e por ver este povo já chamado varonil

enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim

por ter feito parte de uma era

Que lutou pela democracia,

pela liberdade de ser

e ter que entregar aos meus filhos,

simples e abominavelmente,

a derrota das virtudes pelos vícios,

a ausência da sensatez

no julgamento da verdade,

a negligência com a família,

célula-mater da sociedade,

a demasiada preocupação

com o "eu" feliz a qualquer custo,

buscando a tal "felicidade"

em caminhos eivados de desrespeito

para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim

pela passividade em ouvir,

sem despejar meu verbo,

a tantas desculpas ditadas

pelo orgulho e vaidade,

a tanta falta de humildade

para reconhecer um erro cometido,

a tantos "floreios" para justificar

atos criminosos,

a tanta relutância

em esquecer a antiga posição

de sempre "contestar",

voltar atrás

e mudar o futuro.

'Tenho vergonha de mim

pois faço parte de um povo

que não reconheço,

enveredando por caminhos

que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,

da minha falta de garra,

das minhas desilusões

e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir

pois amo este meu chão,

vibro ao ouvir meu Hino

e jamais usei a minha Bandeira

para enxugar o meu suor

ou enrolar meu corpo

na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,

tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!

quinta-feira, agosto 18, 2011

segunda-feira, julho 11, 2011

MOMENTOS HISTÓRICOS 2

COPACABANA

CORCOVADO ANTES DO CRISTO

CONSTRUÇÃO DA DISNEY

CHE E FIDEL

CONSTRUÇÃO EMPIRE STATES

14 BIS

SILVIO SANTOS

CHUCK NORRIS E BRUCE LEE

QUEDA DO MURO DE BERLIM

BOB MARLEY NO BRASIL

Liberte-se!

O que é ser livre? Ter liberdade? Será que podemos dizer que somos livres? Lógico que não, ninguém é livre totalmente, mesmo aquele que mora sozinho e não deve satisfação para ninguém não é livre por completo.

A privação da liberdade começa muito antes de nascer. Quem determina o seu sexo, sua aparência, o dia que do seu nascimento ou da sua morte, seu nome, sua situação financeira, etc. Como entender esta aleatoriedade da vida? Pois ela é a primeira a roubar a nossa liberdade.

Junto com ela está a intervenção de terceiros. Outros tomam decisões em nossos lugares, muito quando pequenos, menos quando adultos e mais quando velhos, e muitos nunca na vida irá tomar 100% das decisões da sua existência. E assim, entregam parte da sua liberdade para alguém. Correndo lado a lado está o adestramento.

Nossa vida é um processo de aprendizado, certo que no início é com maior intensidade. Neste aprendizado podemos ser instruídos para liberdade ou para retração. Nossa educação pode nos levar ao raciocínio, à crítica e nos tirar do senso comum. Assim podemos analisar com mais ênfase a nossa vida, a situação ao nosso redor e não aceitar comportamentos, imposições e muitas outras coisas que encarcera a liberdade.

Alguns são modelados para retração. Desde a infância a sua opinião, seus pensamentos e sua vontade são abafados pela ditadura dos pais. Por outro lado se for criado sem parâmetros se tornará “gado”, massa de manipulação, pois não foi preparado para uma estrutura familiar e social, é uma folha seca ao vento, quase um selvagem.

No final temos outras privações da liberdade. O governo nos imposta, isto é, determina o quando temos que pagá-lo para viver e as coisas ter. A sociedade tem suas regras para nos limitar, ou seja, por causa dos outros nossa liberdade é privada e por nossa causa a liberdade de outros também é limitada, lembrando Sartre, ‘o nosso inferno são os outros’, isto é, o outro não age como eu quero ou suas ações prejudicam as minhas infernizando minha vida. E como o ser humano é um ser social, necessita da interação com seus semelhantes, jamais será totalmente livre.

A minha liberdade termina quando começa a liberdade do meu próximo. MENTIRA! A minha liberdade e a do meu próximo caminham juntas. A sociedade apenas modela as pistas das nossas liberdades, ou seja, na enorme estrada da vida há faixas de rolamento para todos andarem com liberdade e de forma que nenhum invada a faixa do outro, como raias de uma piscina de natação.

Opa! O assunto não é LIBERTE-SE? É, mas a ideia é mostrar que não somos livres totalmente, entretanto podemos libertar nosso ser de muitas coisas. Primeiro temos que reconhecer nossos limites, Ricardo Peter no seu livro ‘Respeita os teus limites’ diz que “a perspectiva do limite re-orienta a pessoa para aquilo que realmente é. Não sofremos uma limitação; ao contrário, aceitamos nossa própria realidade limitada, algo essencial: o próprio eu. O limite é a consistência da insuficiência”. Sendo assim, temos que nos libertar da aleatoriedade da vida, não significa que não seremos mais suas vítimas, mas aprendemos a lidar com ela. Como já disseram, “não me diga o que a vida fez com você, mas o que você fez daquilo que a vida te causou”. Um homem perde a perna e com isto perde a liberdade de caminhar. Contudo, temos exemplos de pessoas que não tem as pernas e andam com próteses, tem um que é atleta e corre com duas próteses. Esta é a liberdade que combate a aleatoriedade.

Já sobre a intervenção de terceiros é a principal e mais complicada situação, pois se a pessoa foi reprimida desde criança, sempre será uma fácil vítima de possíveis cativeiros. Infelizmente a liberdade não paira sobre a mente e o coração de pessoas que não são ensinadas para contra por o senso comum e a intromissão de outros.

Temos que agüentar o próximo, mesmo porque ele também tem que nos agüentar, e o caminho é o respeito. E o governo? Este é complicado, pois a voz dos livres só terá eco se estes forem muitos. Temos um ‘limite’ para a imposição dos governantes, sabemos que temos compromissos com a sociedade, contudo não podemos dizer amém para tudo que nos é imposto e é ai que entra em cena nossa liberdade. A liberdade de dizer não e lutar contra, e para isto precisamos ser maioria.

Liberdade, algo tão desejado e tão complicado para se desfrutar, entretanto, com sabedoria e esforço conseguimos conquistar grande parte deste conteúdo que é o sonho de muitos, contudo, outros muitos preferem a dependência e a submissão, pois com a liberdade não se tornam livres, e sim caminham a passos largos para a incoerência e a perdição.

CLODOALDO CLAY NUNES

MOMENTOS HISTÓRICOS

SADDAN INDO PARA O INFERNO
CHAVES

CHAPLIN E GANDHI

PRIMEIRO COMPUTADOR

COCA-COLA


GUERRA DO VIETNÃ


PRIMEIRA FOTO TIRADA NA FRANÇA

TITANIC NO FUNDO DO MAR


LAMPIÃO E SEU BANDO