RECOMENDE!

terça-feira, janeiro 31, 2006

Liberdade - solidão

"A verdadeira liberdade é um ato puramente interior como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere e estar sozinhos até no meio da muldidão"
Massimo Bontempelli.
Sabemos que a verdade é que liberta (Jo 8.32), pois Ela é uma lâmina de dois gumes que penetra no mais profundo do nosso íntimo (Hb 4.12) separando a alma do espírito, ou seja, a alma é o resultado da associação do pó da terra (matéria) com o Fôlego de Deus (espírito). Corpo sem alma é defunto e alma sem corpo é fantasma, mas a Palavra de Deus é tão poderosa que separa nossa matéria do nosso espírito. Epa! não é espiritismo! Simplesmente nos tornamos livres porque abrimos nossos olhos espirituais e vemos uma outra vida a se viver, uma vida espiritual. Tornamo-nos outra criatura, um ser espiritual. Nossos valores não se associa ao material, nossos princípios, nossas esperanças são originários do Reino dos Céus, não mais deste mundo. Podemos escolher entre viver para o espirito e viver para a alma que está profundamente enraizada na nossa carne corrompida. A liberdade é efeito do insight causado pela Palavra. Ser livre é não deixar que situações exteriores transforme seu interior. Nos temos a paz que excede todo entendimento, mesmo com aflições temos paz em Cristo. Ninguém te tira da benção, é você que tira a benção do seu coração. Paulo mesmo encarcerado estava livre, pois tinha ciência do propósitos da sua vida.
Quer alguém mais encarcerado do alguém que vive na solidão. É terrível, mesmo morando em grandes metropoles, pessoas estão amargando uma triste solidão, pois solidão não significa estar longe dos outros, mas longe de você mesmo, é no seu interior que é resolvido este problema e se não estamos bem com nós mesmos, não vamos sustentar um bem-estar ao lado de ninguém.
Clay Nunes.
31.01.2006

O peixe, símbolo cristão


Icthus(grego) = Peixe

Este sinal foi usado como uma forma secreta de comunicação entre os cristãos do inicio da Igreja.
Do grego:
I esous = Jesus
C hristos= Cristo
Th eos = de Deus
U ious = Filho
S oter = Salvador.

Clay.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Clay

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O Pastor Rejeitado


Uma certa igreja estava precisando de pastor. Um dos diáconos escreveu a carta seguinte, como se a tivesse recebido de um candidato e leu-a perante o conselho da igreja: "Senhores: sabendo que o púlpito da sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me a o cargo. Tenho muitas qualificações que, penso, irão apreciar. Tenho sido abençoado com poder na pregação, e tenho tido bastante sucesso como escritor. Alguns dizem que sou bom administrador.
Algumas pessoas, contudo têm algumas coisas contra mim. Tenho mais de cinqüenta anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar, tive que deixar a cidade porque a obra causou tumulto e distúrbios. Tenho que admitir que estive na cadeia três ou quatro vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa, embora eu ainda consiga trabalhar muito. Tenho exercido minha profissão para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado são pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes.
Eu não tenho tido muita comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade alguns deles me levaram às barras do tribunal, e me atacaram fisicamente de maneira violenta.
Eu não sou muito bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que até já esqueci quem foi que batizei. Todavia, se os senhores quiserem me aceitar eu me esforçarei ao máximo mesmo que tenha que trabalhar para ajudar no meu sustento."
Depois de ler esta carta diante do conselho, o diácono perguntou se os oficiais estavam interessados nesse candidato. Eles replicaram que ele jamais serviria para aquela igreja; eles não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, um presidiário descabeçado. E ainda mais, a apresentação desse candidato era até um insulto para a igreja.
Depois, perguntaram qual era o seu nome e receberam esta resposta:
Apóstolo Paulo

Desabafo de um pastor

Não sei mais o que fazer. Quando os crentes de hojevão dar conta de que estão correndo um enorme riscoespiritual desnecessário? Se procurarmos alguém quesaiba esboçar a história do povo de Deus, corremos orisco de não encontrar. O que? Isso é pedir muito?Então vejamos. Quantas pessoas em nossas igrejassaberiam nos falar sem errar todos os livros da Bíbliaem seqüência? Quantas sabem explicar o plano desalvação a uma pessoa no ponto de ônibus, sem pensarem pedir socorro ao pastor ou àquele diáconoabençoado? Quantas, depois daquela mensagem em que opastor “pegou pesado”, e “distribuiu cajadada paratodo lado”, sai dizendo “hoje eu fui abençoado?” Quemse lembre do texto ou do tema do sermão de domingo ànoite (para os que foram à igreja)? Há pessoas que nãoconseguem se lembrar da última vez que orou poralguém? Qual foi a última vez que você orou? Quantaspessoas não se lembram qual a última passagem bíblicaque leu!!! Se perguntar qual foi a última vez que foirealizado o culto doméstico... Se eu perguntasse aospais qual a última vez que eles oraram pelos filhosajoelhados à cama dos pequeninos qual seria aresposta? E aos casais, qual a última vez que oraramjuntos, pedindo por Seu plano, ao invés de seusplanos? Você conhece alguém que tenha derramado pelomenos uma lágrima por uma alma perdida? Os crentes doséculo XXI passam horas em frente a uma televisão (ouseria tiravisão?), e também não conseguem tirar osolhos do relógio meia hora depois que chegam aigreja... Chega-se adiantado à hora marcada comdelegados, promotores, juizes (meras autoridadesterrenas), mas não se observa a pontualidade quando setem um encontro marcado com a maior autoridade douniverso: Deus. Já imaginaram se a fidelidade de Deuspara conosco fosse condicionada à nossa a Ele? E seEle nos abençoasse apenas quando nos lembrássemos deagradecer à bênção recebida anteriormente? E o quedizer daqueles que se dizem crentes fiéis a Deus, masse divertem jogando baralho, tomando cerveja em casa(em casa agora pode???), ou saem apressados dos cultospara aproveitarem a “night”, sabe Deus lá como e comquem. Muitos dos nossos jovens não procuram pornamorados ou namoradas, mas por “ficantes”. Dói meucoração ao ouvir amados de nossas igrejas a perguntar:“Quem ganhou o carnaval do Rio?” E eu me pergunto: “oque tem a ver a mais diabólica das festas com uma almaque se diz salva?” (ou que comunhão tem as trevas comos que - dizem - estão na luz?). Não se sabe muitosobe a Bíblia e menos ainda sobre Jesus, mas sepergunto sobre a novela, o ator preferido, ou sobre ocampeonato paulista, aí sou eu quem fico vermelho devergonha. E o que dizer de quem tem a capacidade deficar o domingo inteiro assistindo ao Faustão e aindachega atrasado para o culto da noite? Há ainda quemchore ao assistir uma cena de novela ou filme, mas nãosente absolutamente nada diante do que Jesus passoupor todos nós na cruz...O veneno do diabo tem sido o mais doce manjar. E suateia, o mais suave perfume......e eu ainda tenho que engolir essa de que os crentesquerem sair apressados da igreja para saber quais asnovidades daquele lixo chamado BBB da Globo... (quemfoi indicado para o paredão, quem foi eliminado, etc).E pasmem aqueles que conseguirem: há quem torça paraeste ou aquele ganhar o milhão em disputa nessediabólico jogo de mentiras, falsidades e traições...É... Com quase trinta e nove anos de idade, quase dezde ministério pastoral, posso dizer que souultrapassado, careta, nascido no século que já foitarde...
Louvado seja Deus!!!
Pr. José Francisco Imiane

O MANTRA GOSPEL



Facilmente encontramos reuniões cristãs que seus participantes deleitam-se em verdadeiros mantras, repetições mergulhadas em emoções exaltadas que levam seus adeptos ao êxtase crendo que estão na unção do Espírito Santo. Mas este tipo de ação é usada em outras religiões como no esoterismo e também por outros povos. O índio yanomani antes de enfrentar um inimigo começam a repetir um mantra e bater com uma vara no chão, em poucos minutos ele está ‘encapetado’, transformado, suas emoções e seus ímpetos estão na ‘flor da pele’ prontos a enfrentar o inimigo. Podemos falar que ele está literalmente encapetado, possuído por um espírito maligno, diferente dos crentes. Mas isto acontece também fora do ambiente espiritual. Quem já foi em um estádio de futebol assistir uma grande final ou participou de nervosas reuniões sindicais sabe o que estou dizendo. Basta meia-dúzia com os ânimos alterados para fermentar toda a massa, assim deve ter acontecido na escolha entre Jesus e Barrabás, A emoção é poderosa e tem uma enorme facilidade de guiar nossos atos e raciocínios. A música é o principal exemplo disto, ela dá energia, melancolia, reflexão, sedução, o que quiser. Por isso temos que avaliar os frutos destas ações, assim disse Jesus, e também Paulo quando se refere as manifestações espirituais, se a ação não favorece a comunidade e os irmãos então que seja manifesta somente na sua intimidade. E ai está uma curiosidade, pois fora da euforia emocional não vemos pessoas girando e pulando como vemos nos grandes agrupamentos. Mais um indicio de manifestação emocional e não espiritual.
Como é de praxe, seus lideres recitam versículos para fundamentar tais atos e o povo, principalmente a grande massa que é levada pelo senso comum, acredita em tudo que falam pois é um povo de ‘fé’ e o pregador é homem de Deus. Com isso a manipulação das emoções é com tirar doce de uma criança. Na última destas reuniões que fui, o pregador na sua tentativa de inflamar o público a ‘dar glória’ disse: “Dá glória irmão, é de glória em glória que recebemos a vitória” (até rima) e se baseou em 2Co 3.18. Mas o que vai mudar a minha vida ou a vida de alguém ficar repetindo ‘glória a Deus’, ‘glória a Deus’. Jesus já disse: “Não me venhas com vãs repetições!”. É vã porque não surte efeito, pois a Glória pode ser interpretada como ‘Shekiná’, a presença de Deus interagindo no meio do povo e ‘Kavod’, o peso, a riqueza de Deus sobre nós. No texto citado a glória de Deus é o próprio Senhor Jesus (Jo 1.14), o relacionamento diário com Ele é que nos faz crescer e nos dá a vitória, é através Dele que somos aperfeiçoados. Ele é a Palavra e Ela é o espelho que olhamos dentro do nosso coração e através da Luz de Cristo podemos enxergar a sujeira que precisa ser retirada. Ele é a riqueza de Deus interagindo conosco a nosso favor. Para sermos participantes desta Glória que transforma e faz crescer precisamos amar Jesus e isto vai muito além do gostar ou dizer meras palavras, é entrega, dedicação, obediência, pois Ele disse que se guardarmos a Sua Palavra, ou seja, obedientes, a Trindade fará morada no nosso coração. Teremos a Glória de Deus em nós, mas a Glória a Deus manifestamos quando exercemos a Sua vontade.
Há um outro sentido para a expressão ‘Glória a Deus’, não está ligada ao texto citado mas é de grande importância para nós cristãos. Esta expressão é um sinal de reconhecimento, é dar honra a quem merece honra, é gratidão à majestosa grandeza de Deus, é se colocar como súditos na presença do Rei. Mas infelizmente o que vemos é pessoas gritando ‘glória a Deus’ fora de hora, atrapalhando a pregação ou até quando algum irmão está compartilhando que foi assolado por uma desgraça e o outro manda: “Glória a Deus”, parece até que deu graças a Deus porque o irmão sofreu. Tem ainda aquele que manda um ‘Glória’ só para matar o silêncio, acabar com a monotonia, dar uma animada no ambiente, grita bem alto, perto do ouvido da senhora que está na sua frente, que apesar da sua audição não ser mais a mesma leva um tremendo susto.
“Glória a Deus”. Jamais afastaremos estas palavras de nossas bocas, mas temos que analisar o momento e a motivação, pois no culto tem que haver ordem, decência e respeito a liturgia, Paulo falou: “Cada um controle o seu espírito, a sua emoção, os seus atos”.
Mais do que a letra é o ‘espírito’ da letra, mais do que a palavra é a essência, o ‘espírito’ da palavra, a sua motivação. Deus ouve as palavras sinceras feitas na intimidade de um coração humilde e rejeita aquelas feitas por uma boca vaidosa, um coração orgulhoso e uma motivação enganosa. Isto não é um julgamento, de forma nenhuma! É apenas uma reflexão que se encaixa na vida de todo aquele que se denomina cristão, relevando que Deus ouve mais alto o nosso coração do que a nossa boca.
Graças a Deus, pois a Sua Glória habita e se manifesta entre nós.

Um Abraço cheio do amor de Cristo.
Clay
24.01.2005

INCLUSÃO SOCIAL INDÍGENA


Minha crítica quando a ensinar a Palavra para os índios em sua própria língua não significa que estou desvalorizando a sua cultura, mas é exatamente o contrário, a visão é enriquecê-la. Os índios são seres iguais a nós, capazes de serem poliglotas, eles tem raciocínio para ser desenvolvido e creio que há interesse (e se não há podemos facilmente criar) da parte deles para aprender o idioma oficial do país que eles vivem, votam e expressam a sua cultura, como acontece em países vizinhos, onde o nativo sabe o idioma do país sem abandonar a sua língua nativa. Não podemos deixar nossos patrícios alienados da realidade brasileira, e sem saber o português o índio fica cada vez mais distante da tecnologia e do desenvolvimento social, ou seja, praticamente um selvagem, pois todos os povos correm atrás do crescimento e da melhoria, então porque não damos oportunidades aos índios? Por ser uma cultura milenar distante da nossa? Mas e os japoneses que dominam a tecnologia de ponta sem abandonar sua tradicional cultura milenar. O que parece é que o branco chegou e roubou a terra do índio, encurralou-os em um mínimo espaço de terra, distante da civilização tanto geograficamente quanto socialmente, tanto é que em muitas aldeias é proibido o contato com os índios. Isso é um absurdo! Isto é mais uma grade da jaula que encarcera os índios. Os brancos fizeram com os índios o trabalho de Satanás, mas em nome de Deus. Roubou, matou e destruiu, mas eram jesuítas, “discípulos de Jesus”. O mínimo que podemos fazer a este povo sofrido e quase dizimado é fornecer a eles uma vida melhor, e isto inclui um computador, um livro, um carro, etc.
Para o governo falido é interessante uma massa burra, até os brancos que vivem em capitais como São Paulo, há crianças na 4ª serie que não sabem ler e escrever. O projeto educacional nacional é fraquíssimo, até no nível superior, existem muitas faculdades, mas tirando as públicas são poucas as que têm um nível relevante. Não podemos contar com o governo nas capitais quanto mais nas aldeias. Então esta é mais uma ferramenta para nós que somos Luz agir nesta escuridão. E sabemos que para sermos Luz não é prioridade pregar a Palavra de Deus. É como faz o missionário que ensina futebol para os marroquinos sem evangelizar (é proibido), mas a Palavra de Deus é conseqüência do testemunho de altruísmo dele.
Quando vemos algum serviço social dos evangélicos, podemos ver que eles fazem um bem “condicional”, sua prioridade é evangelizar e o bem-estar é conseqüência, mas não é isso que aprendemos com a parábola do bom samaritano e com a vida de Jesus. Nossa visão é servir não importa a quem. Ou temos que fazer como o testemunho do pastor (miss. da tribo) que não deu carona ao índio porque ele estava bêbado? Vemos que outras religiões se aproximam mais do “bom samaritano” do que nós os “bons cristãos”, que com sutileza nos igualamos ao islamismo que impõe sua religião àqueles que são favorecidos por suas obras. E tudo que é imposto não é prazeroso, até chocolate se torna ruim quando você é imposto a comê-lo.
Contudo, entendo que o melhor que possamos fazer é contribuir para a formação da cidadania do índio e a pregação do Evangelho é conseqüência da nossa vivência com eles. Assim se torna mais fácil levantar fundos para missões, pois a visão se tornou em bem estar, melhorias na vida de pessoas necessitadas. Até mesmo incrédulos na Palavra de Deus podem crer no projeto e participar. Hoje para levantar sustento de missionários é difícil até no meio cristão, imagine na sociedade em geral onde a imagem cristã está deturpada quando se fala em dinheiro, pastores são chamados “ladrões” que tiram dinheiro de pessoas leigas e desesperadas.
Algumas instituições espíritas recebem subsídio do governo porque não impõe sua religião, a visão é beneficiar as pessoas, mesmo porque, esta é a idéia de salvação para eles, ganham o céu através do altruísmo. Nós também alcançaremos nosso objetivo de transmitir a Palavra através do altruísmo, ela acontece como osmose, é nosso testemunho, nossas atitudes pregam melhor que nossas palavras.
Entendo que a situação atual dos missionários é como a de Paulo, não são todas as igrejas que podemos contar, umas por falta de verba, outras por falta de visão missionária. Então os missionários se tornam “fazedores de tendas”, ou seja, usam ferramentas para gerar o seu sustento. E a ação social “incondicional” é um meio para gerar verba com a sociedade e com o governo. E assim podemos gerar resultados instantâneos, pois a ação social é absorvida e usada desde o inicio da sua execução. Diferente daquele missionário que passa 20 anos entre estudar, traduzir e transmitir o Evangelho para começar a “ganhar” alguma alma.
É certo que muitas coisas se tornarão mais claras quando são assimiladas dentro da sua própria cultura, mas a bíblia é cheia de expressões judaicas que fogem da nossa compreensão básica, são necessários estudos posteriores para um verdadeiro entendimento. E aprendendo o português, o índio faz um salto cultural e tecnológico e absorve o cristianismo básico, pois é este que ele precisa, é só o leitinho, a autêntica feijoada brasileira deixa para mais tarde, feita e servida por um discipulador.
Temos que primeiro resgatar o índio da sua alienação social e patriota, pois ele não é um ser estagnado no seu conhecimento, pescar, caçar, plantar mandioca e morar em ocas. O índio necessita aprender agricultura, criação de animais em cativeiro, mecânica, elétrica, eletrônica, informática, etc. Assim também é fazer missões em países miseráveis, a Palavra de Deus não se torna tão eficiente como se ela estiver associada ao desenvolvimento sócio-econômico. A África não precisa de um “branquelo” dizendo “JESUS TE AMA”, ela precisa de educação, emprego, saneamento básico, etc. São “milagres” que os filhos da Luz (Mt 5.16) podem fazer desde que sejam visionários cheios de iniciativa, determinação e perseverança.
Clodoaldo Clay Nunes.

A âncora da motivação.

Muito se fala sobre "motivação" e a razão disso deve-se ao fato de que ela é muito importante para darmos bom prosseguimento aos nossos planos, às nossas atividades. E, para despertá-la, para desenvolvê-la, para mantê-la, vimos surgir, nos últimos anos, uma verdadeira indústria de palestras, workshops, obras literárias, encontros de grupos... Em todos esses eventos, ressalta-se: a importância da "motivação", os fatores que podem afetá-la negativamente, os recursos dos quais podemos lançar mão para despertá-la, os benefícios que traz para a nossa vida profissional / social / pessoal / emocional. Muito bem! Tudo isso pode nos auxiliar sim, sem dúvida. Entretanto, na qualidade de participante de alguns desses eventos, pude observar os efeitos que eles causam sobre os seus freqüentadores e, principalmente, pude constatar que nenhum desses eventos implanta a "motivação", definitivamente, em nossas vidas (que me perdoem os profissionais dessa indústria pelo meu pecado de observar). Para muitos dos participantes, esses eventos agem como uma espécie de "lança perfume"; o efeito chega a ser devastadoramente empolgante, mas depois de algum tempo a animação vai diminuindo e... puft! Mas, para outros, esses eventos contribuem para a compreensão de como podem aperfeiçoar a relação que mantêm com as suas atividades. E pára por aí. Não há "indústria" que possa fazer aquilo que somente nós podemos fazer por nós mesmos. Fala-se: trace objetivos, defina onde você quer chegar, tenha ambição, busque eventos positivos para a sua rotina, valorize seus talentos etc... como se cada uma dessas recomendações pudesse guardar a chave que liga a "motivação". *Nenhuma delas liga (heresia de minha parte? será?). Essas recomendações são importantes na medida em que despertam e educam as nossas potencialidades, entretanto, elas mesmas não têm o poder de lançar a "motivação" em nossas vidas como uma âncora firme, como uma âncora capaz de sustentar os nossos planos, impedindo que eles se percam na correnteza do tempo. Todas essas recomendações só funcionam, definitivamente, se nós "acreditamos no que fazemos". Essa é a âncora da motivação. Se você acredita no que faz, você não "está" motivado, você "é" motivado. Se você acredita que está evoluindo fazendo o que faz (seja lá o que for que você faça), você não "está" motivado, você "é" motivado. Fico aqui pensando em quanto tempo e dinheiro as empresas queimam tentando motivar a parcela daqueles que não acreditam naquilo que fazem... gente que desfruta de um bom ambiente de trabalho, de algumas possibilidades de crescimento dentro da organização, de acesso a alguns recursos, mas que não conseguem sair da zona obscura da desmotivação. Opostamente, nossos olhos incrédulos observam, por exemplo, alguns delegados de polícia que, por força das circunstâncias, desconhecem o conceito de um "bom ambiente", que possuem escassos e indignos recursos de trabalho, que transitam no limiar da violência e do desrespeito humano, mas que, apesar disso, trabalham com energia. O que dizer, então, daquelas dedicadas professoras das perdidas periferias, ou das confiantes professoras dos distantes e esquecidos rincões do Brasil? Sem workshops, mas acreditando no que fazem; sem salário que baste para todo o mês, mas acreditando no que fazem. De "estou" para "sou" faz toda a diferença. Estou motivado é temporário. Sou motivado é definitivo. Estou motivado porque faço o que quero, onde quero, da maneira que quero (pasmem... não basta). *Sou motivado porque acredito naquilo que faço e acredito que estou evoluindo com aquilo que faço. "Acreditar" é uma dessas coisas que NÃO pressupõe meia medida. Não se acredita mais ou menos; acredita-se ou não acredita-se. Entretanto, "fazer" aceita meia medida; podemos fazer mais ou menos aquilo que fazemos... A escolha é nossa: "estar" ou "ser"? "ir fazendo" ou "acreditar"?
*Vida Nova

CHURRASCO

O Churrasco tornou-se a principal diversão dos brasileiros nos finais desemana e feriados. Atinge a todas as classes sociais. Veja este estudo quedefine as características dos dois tipos principais rico e pobre.
TRAJE FEMININO
DE RICO Calça cigarreti da Zara / bolsa Louis Vuiton / blusinha básica branquinhada Siberian e aquele óculos Giorgio Armani original e ela sempre chegasozinha no seu carro é claro.
DE POBRE Mini-saia curtíssima / blusinha C&A / chinelo ou tamanco.
TRAJE MASCULINO
DE RICO Bermuda Hugo Boss / camiseta da Brooksfield/ óculos e aquela caminhonete.
DE POBRE Chinelo Rider / bermuda de uma calça jeans cortada com barriga saindo parafora / camiseta do flamengo jogada nas costas óculos de camelô R$ 5,00 ouBermuda de nylon sem camisa e descalço.
COMIDA
DE RICO Normalmente eles não comem, quando comem é pouco de cada coisa, arroz com brócolis, farofa de frutas, filé, picanha, mussarela, sendo cada coisacomida a um tempo diferente e pausadamente. É comum também encontrar uma mesa de frios e outros aperitivos.
DE POBRE Vinagrete cortado em pedaços, farofa, salada de maionese, muita asa defrango com as pontinhas queimadas e lingüiça com pão.Outra opção de carne seria a tradicional costela escorrendo óleo efraldinha de promoção.
BEBIDA
DE RICO Os homens, Chopp da Brahma ou Cerveja Heineken geladíssima.As mulheres bebem água tônica Citrus Schweppes ou Evian, e refrigerantediet.
DE POBRE Cerveja Belco e Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa.Quem fica tonto mais rápido bebe, intercalado, água da torneira, Baré Cola,Fly ou Guaraná Sarandi. Não pode faltar a tradicional caninha da roça comlimão.
PRATO
DE RICO Normalmente beliscam uma picanha ou filé servido em prato branco liso deporcelana, Kani (carne de siri), queijos variados para acompanhar um bomvinho de safra acompanhado com taças apropriadas decristal para água e vinho.
DE POBRE Nos tradicionais pratinhos de plástico ou papelão, repetem a comida todahora que não há fila. A bebida é servida no copinho de plástico (compra-seo nº exato de convidados) ou aquele de requeijão ou geléia para convidadosmais chegados: familiares, compadres ou algum cabo da PM, Corpo deBombeiros, Escrivão da Polícia Civil, etc. (os Vips).
MÚSICA
DE RICO Jorge Vercilo, Marisa Monte, Maria Rita, etc... Até mesmo Lounge Music eJazz. Pode ser que seja contratado um grupo que toca chorinho, mas sómúsicos formados em faculdade específica.
DE POBRE Aquele pagodão de cair suor. Zeca Pagodinho e Jorge Aragão são os reis. SóCD pirata de 4 por 10,00 (mídia azul). O importante é tirar a galera dochão, depois de umas 3 horas de churrasco todos já estão dançandoindependentemente das idades ou credos. Também é organizado após as 3 horaso batuque nas panelas, mesas, latões ou quaisquer objetos disponíveis(músicas do Almir Guineto e sambas-enredo do passado). A mulherada tira asandália porque não está acostumada e bota a poeira para subir.
CHURRASQUEIRO
DE RICO Contratado, trabalha normalmente no Fogo de Chão ou em algum Buffet e trazconsigo a equipe que serve os convidados.
DE POBRE Amigo de um conhecido que adora fazer churrasco e cada hora um fica umpouquinho na churrasqueira. Normalmente é um cara barrigudo que fica suandocom uma toalhinha na mão (ele usa para enxugar o suor, para limpar as mãose para qualquer outra coisa que ele precisar). Adora ficar jogando cervejanabrasa para mostrar fartura !
O LOCAL
DE RICO Área coberta com piso de granito, existem mesinhas e cadeiras para todomundo. Tem piscina, mas ninguém anima a se banhar.
DE POBRE Local aberto, normalmente na laje, sol quente na cabeça ou chuva paraapagar o fogo (então é improvisada a cobertura de lona somente para achurrasqueira), cadeira para quem chegar mais cedo (estes cedem o lugarpara os idosos e grávidas atrasados, se for o caso) os demais ficam de pé,esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema porquenormalmente todo mundo tá descalço.
O FINAL
DE RICO Em menos de 3 horas, cada pessoa pega seu automóvel e vai embora.Todos saem em momentos diferentes para que o dono do churrasco possa fazeros agradecimentos.
DE POBRE Depois que todo mundo esta bêbado, o dono da casa diz que tem que trabalharcedo no dia seguinte. O pessoal ainda quer fazer vaquinha para comprar maisuma caixa de cerveja. Quem não tem carro pega carona ou vai de buzão mesmo. (Isso sem contar os que precisam curar o porre estabacados num sofá ou pelo chão mesmo, antes de pensar em ir embora). O pessoal de carro liga o som alto (pagode é claro!) e sai buzinando, bêbado sorrindo e gritando: Valeu maluco!!!

MELHORE SEU CURRICULUM

A seguir, algumas dicas para melhorar um pouco o seu curriculum, falando de seus empregos anteriores:
Especialista em Marketing Impresso (boy da xerox)
Supervisor Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde (faxineiro)
Oficial Coordenador de Movimentação Interna (porteiro)
Oficial Coordenador de Movimentação Noturna (vigia)
Distribuidor de Recursos Humanos (motorista de ônibus)
Distribuidor de Recursos Humanos VIP (motorista de táxi)
Diretora de Fluxos e Saneamento de Áreas (a tia que limpa o banheiro)
Especialista em Logística de Energia Combustível (frentista)
Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (peão de obra)
Segundo Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (coitado...)
Especialista em Logística de Documentos (office-boy)
Especialista Avançado em Logística de Documentos (motoboy)
Consultor de Assuntos Gerais e Não Específicos (vidente)
Técnico de Marketing Direcionado (distribuidor de santinho em esquinas)
Especialista em Logística de Alimentos (garçom)
Coordenador de Fluxo de Artigos Esportivos (gandula)
Distribuidor de Produtos Alternativos de Alta Rotatividade (camelô)
Técnico Saneador de Vias Públicas (gari)
Técnico em Engenharia de Alimentos (cozinheiro) Assistente Educacional Infantil (babá)

PRIORIDADE FEMININA


O que é prioritário na nossa vida? Qual o objetivo principal da nossa existência?
Atualmente temos uma geração feminina que progrediu muito com a revolução idealizada pela igualdade dos sexos. Tanto é esse desejo de igualdade que muitas sacrificam a excelência do seu ser, ou seja, a capacidade de gerar e dar a luz a sua descendência para uma competição acirrada com o sexo oposto. Há pouco tempo atrás, mulheres estudavam, tinham algum tipo de emprego comum, mas sua visão, o seu objetivo era se casar e ser uma boa mãe e esposa, para não identificá-la como ‘dona-de-casa’, por isso era motivada a conhecer receitas de culinária e truques domésticos. Raramente encontrava-se uma mulher que visava mais o profissional do que o familiar, diferente do homem, que para participar da família, tem que cumprir o seu papel profissional. A carreira mais admirada por elas era a majestosa profissão de educadora. O pai era o mantenedor e a lei, a mãe a administradora e a graça, lugar de carinho, consolo e conselho a todo momento.
Hoje a mulher busca a ‘carreira’ profissional, nada contra, mas contra a obstinação de muitas que colocam isto acima do seu papel de ser mãe e esposa. Ou deixa para ser mãe tarde demais e algumas nem conseguem mais por vários motivos, inclusive o uso ininterrupto de hormônios. Outras se dedicam tanto a sua profissão que não vive a criação dos filhos, e se tornam mães ausentes, dão de tudo para os seus filhos, menos amor, conselho e presença. É certo que os pais também se tornam ausentes, mas a falta da mãe, principalmente nos primeiros anos da vida, se torna uma ferida extremamente dolorosa.
Ah! Mas estamos no século vinte e um, novos tempos, novo milênio, a vida está mais difícil e todos buscam uma independência financeira, dar o melhor para os filhos, buscar um futuro tranqüilo. Então a mulher sai a ‘caça do mamute’, ou seja, vai trabalhar, não para ‘acrescentar’ a renda da família, mas para correr lado a lado com o homem, a casa e os filhos ficam na supervisão da empregada ou são praticamente ‘abandonados’.
Mas até aonde vai a independência financeira? E quando começa a dependência consumista? Ou são a mesma coisa com adjetivos diferentes? Primeiro, para um cristão não soa bem a palavra ‘independência financeira’, a única independência que almejamos e conquistamos é a independência do ser humano daquele estado pecaminoso. A vida abundante que Jesus nos oferece nada tem a ver como bens materiais, estabilidade financeira, lógico que isto está incluído, pois Deus não deixa os Seus sem provisão. Os cristãos são os mais dependentes de todos, somos dependentes de Deus, nosso Criador que a nossa fonte de sustento. O mundo corre obstinado atrás do consumismo desenfreado, propagandas envolventes gritam suscetivelmente que necessitamos de objetos desnecessários, a cada natal, dia dos pais ou das mães, aparecem novas tecnologias que nos fazem parecer ‘mortos’ sem elas. E os filhos têm que estudar em colégios particulares, playstation2, geladeiras forradas com tudo que tem direito, celular último modelo, roupas de griff, etc. Estas são as necessidades dos jovens. Os pais se desdobram para não deixar os filhos desatualizados da galera. Jovens que estão desatualizados dos valores familiares, inclusive do verdadeiro valor da necessidade, não se compadecem do necessitado porque não sabem o que é necessidade, não sabe o que é o verdadeiro amor.
Somos seres insaciáveis na esfera carnal, queremos sempre mais e mais de tudo aquilo que massageia o nosso enorme açougue ambulante, pois temos carne para os mais variados tipos de tentações. O consumismo é insaciável, basta ter dinheiro para se concretizar uma compra e quanto mais dinheiro, mais compra, mais dinheiro quer e menos quer compartilhar. Torna-se um ciclo crescente e sem fim, podendo levar pessoas a frustração e depressão caso não se possua o sonho do seu desejo.

E quando a mulher relaciona o profissional com o ministerial? Abandonar o chamado de Deus para estar bem colocada no mercado de trabalho é certo? Neste ponto não há regras nem diferença dos homens, esta resposta é singular. Cada uma tem uma opinião. Mas cada uma também terá também suas conseqüências. Se Deus te chamar para o ministério integral e você fugir, não se esqueça de Jonas, sua vida será um mar tenebroso e você será um risco para todos que estão ao seu redor e nada que eles fizerem aliviará sua condição rebelde. Maria escolheu melhor do que Marta, Jacó melhor que Esaú, Ló pior que Abraão. Nem sempre a campina verde é a melhor. A dedicação ao serviço integral à Deus pode ser vitalício ou às vezes Deus nos chama para um tempo determinado e integral com Ele, um tempo de cura, aperfeiçoamento, restauração, um pequeno Kairós que fará uma enorme diferença no restante da vida. E nada mais estressante do que não vivermos de acordo com o nosso coração, quando Deus nos chama para Sua obra, este desejo nasce no nosso coração, não somos impulsionados por pastor ou família, mas sim por uma chama que arde na essência do nosso ser. Jonas desde o principio sabia que estava contrariando a vontade de Deus, mas por razões pessoais (rivalidade e vingança aos ninivitas) se tornou rebelde. Será que nossos argumentos pessoais são mais convincentes do que os de Jonas. Não creio, pois Deus sabe todas as coisas e se nos chama para a obra significa que ali, na Sua vontade encontraremos o sentido da nossa vida. Leia Lucas 9.57-62, nem o conforto, família ou assuntos deste mundo são empecilhos para não aceitarmos o chamado para servi-Lo.
É certo que o coração é enganoso, mais quando este coração está na mão de Deus, ele é guiado pelo Espírito Santo a trilhar o seu verdadeiro caminho e cumprir o sentido da sua existência. Ouça a voz que ecoa no coração que está descansando na sombra do Onipotente.
Ore, Medite. Esteja sensível a direção do Espírito Santo e siga a sua doce voz, não se esqueça que isto é o melhor para você com o direito de negar e se encarregar das trágicas conseqüências por tomar um rumo que te levará cada vez mais longe da vontade de Deus para sua vida, mas nunca longe de Deus, pois Este até mesmo nas profundezas do mais terrível abismo estará lá para te orientar ao Norte da sua bússola. Este abismo pode ser um lugar próprio, sofisticado, lindo, cheio de jóias e conforto, mas sem nenhum resquício do incomparável amor de Deus que enche o ambiente de paz e alegria.

Clodoaldo Clay Nunes.
11.12.2005

EFEITO BORBOLETA

EFEITO BORBOLETA

O filme retrata explicitamente nosso livre arbítrio diante das variedades de caminhos que nossa vida pode tomar de acordo com nossas decisões e ações.
O rapaz volta a ser garoto, volta ao passado para novamente passar por situações que determinaram um caminho desagradável e tenta mudá-los. Mas como mudar o passado? Impossível? Não. Podemos alterar nosso passado, mudando, fazendo-o tomar outro rumo. Há coisas na vida que são certas, plantou abacaxi, vai colher abacaxi e de forma alguma irá colher uvas. Então, se eu sei o futuro, logo posso mudar o passado. Hoje é o passado de amanhã e é este passado que eu posso mudar. Mudar o passado que ainda não passou. A questão é não dividir o tempo em passado, presente e futuro. Apenas ter em mente a Lei da semeadura, da retribuição, nesta vida tudo que se planta dá.
É lógico que temos limites, há passado que já escapou de nossas mãos, não cabe mais a nós esta mudança, mas isso não significa que ele ficou imutável. Temos um aliado poderoso, o tempo. Ele é mestre em acertar, transformar e apagar o passado. O que temos que fazer é esquecer, deixar o barco navegar, pois se até o tempo não for capaz de mudar, de contornar a situação, não se preocupe nada é impossível para o nosso Deus.
Há uma cena na cadeia quando os caras ameaça catá-lo. Uma frase dita por seu companheiro de cela: “Quando eles vierem se refugie na sua mente”. Isto é um principio espiritual. Quando o inimigo de nossas almas nos ataca temos que nos refugiar em nossas mentes que já devem estar abastecidas com a Palavra de Deus, como Jesus fez no deserto. Ele buscou em sua mente, não procurou a Bíblia para lê-la à Satanás. Falou de prontidão, toma lá, da cá. A sua mente já estava abastecida para o ataque, Ele já tinha o seu arsenal preparado, como na guerra fria, onde URSS e USA mantinham mísseis apontados para o inimigo e pronto para o ataque. E a nossa mente é o maior campo de batalhas de nossas almas. É ai que são travadas as enormes guerras do nosso ser. Por isso a própria palavra nos instrui a constantemente alimentar, renovar nosso entendimento.
No final vemos o que Deus quer que façamos. Como o Evan queimou todas as recordações negativas do passado, aquilo que ainda o escravizava. Se o seu passado te causa tristeza, te leva a angústia ou é uma porta para voltar a ele, então queime-o. Guarde somente aquelas recordações que te trazem esperanças (Lamentações 3.21), seja ela negativa ou positiva, somente a sua consciência pode avaliar se estas recordações serão benéficas ou maléficas. Deus quer que deixamos as coisas que para trás ficam e olhamos para frente. Só se lembre do passado que te leve ou leve outros para um futuro melhor. Do resto faça o que Deus faz com nossos pecados já perdoados, jogue no mar do esquecimento.

CLODOALDO CLAY NUNES.

domingo, janeiro 29, 2006

Clay

Escolha!

ESCOLHAS

Somos o que quisermos ser. O que conseguimos ser. Somos o que escolhemos ser.
Não importa o quanto você andou no caminho errado, você pode recomeçar.
Mais um ciclo se completa, outro está por vir.
Escolha!
Escolha ter um projeto de vida, se você não sabe aonde vai, qualquer caminho serve.
Escolha estar no controle do seu presente e futuro,o passado não pode ser mudado.
Escolha fazer sua própria sorte, querer transformar possibilidade em realidade.
Escolha preservar a sua essência, de um jeito ou de outro a natureza se encarregará disto
Escolha expandir suas capacidades, você ficará mais forte diante da vida.
Escolha se divertir sempre, esta é a verdadeira fonte da juventude.
Escolha insistir, persistir, ainda que haja tropeços e quedas.
Escolha sonhar com o futuro, visualize com certeza e assim será.
Escolha ter coragem e ousadia, boa intenção nem sempre é suficiente.
Escolha o trabalho em equipe, muitas vezes a soma das partes e maior que o todo.
Escolha sintonizar-se com tempo, tudo muda e é preciso preparar-se para novas situações.
Escolha descobrir o que você tem de melhor isso será o auxilio diante das adversidades.
Escolha alcançar objetivos estimulantes, insegurança e ceticismo só atrapalha.
Escolha aprender e reaprender sempre, sabedoria se conquista com paciência e tempo.
Escolha ser criativo, para isso é preciso experimentar coisas novas.
Escolha ser racional, organizado, chato. Desde que esteja crescendo com isso.
Escolha vencer sem deixar para trás os seus valores, casa contrário, vai se arrepender.
Escolha dizer obrigado, demonstrando gratidão, conquistando aliados.
Escolha ter paixão e entusiasmo, isso fará de você um ser humano excepcional.
Escolha chegar ao fim de cada batalha com a consciência do dever cumprido.
O sentimento de auto realização é a melhor recompensa.
Você e essencialmente fruto das suas escolhas, então escolha ser o melhor que puder!!!!

YOM KIPPUR CRISTÃO

YOM KIPPUR CRISTÃO


O Yom Kippur é o dia da Expiação celebrado pelos judeus no dia 10 do sétimo mês. Neste dia os judeus ‘afligem’ suas almas como o Senhor Yahweh orientou em Lv 23.26-32. Afligir a alma engloba descanso, jejum, perdão através de sacrifícios expiatórios e a raiz da palavra hebraica significa reconciliação. A essência deste dia é a mesma daquela encorporada no Natal. É o dia em que as pessoas olham para Deus e para o próximo, dia de reconciliação, perdão, bondade, amor, tudo lindo, mas infelizmente só dura 24 horas e o pior, não há a necessária valorização do relacionamento entre o homem e Deus e o Natal é o marco, o inicio de um novo relacionamento através de Cristo Jesus, o único intercessor entre Deus e os homens, mas Este neste dia fica escondido num monte de palha como uma criança indefesa em alguns presépios por ai. O reverenciado mesmo é o Noel, um velhinho bondoso que dá presente no final do ano para aqueles que se comportaram bem durante o ano. Sua roupa original era marrom e após uma propaganda da coca-cola onde o Noel apareceu de branco e vermelho sua roupa se padronizou desta maneira. No Brasil ele é conhecido como ‘papai’ Noel, mas que tipo de pai ele é? Se o considerarmos um pai espiritual estamos pecando, pois Jesus afirmou no cap. 23 de Mateus: “A ninguém na terra chameis de vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que esta nos céus”, temos um pai genético e um Pai espiritual que é Yahweh. Este personagem nasceu na América por imigrantes holandeses e espelha a vida de Nicolau, bispo de Mira (Turquia) no século IV, neste mesmo século começou a comemorar o nascimento de Jesus. Mas que dia Jesus nasceu? Não temos certeza nem do ano, presume-se que Jesus nasceu no ano 4 a.C. um ano antes da morte de Herodes, o Grande. Temos que lembrar também que Jesus não é um ser criado, não teve inicio nem terá fim, Ele é eterno.
A única forma que Jesus nos orientou para celebrarmos a sua vida e não apenas o seu nascimento é a Ceia do Senhor, onde através de um ritual com o pão e vinho simbolizando a carne e o sangue de Cristo, celebramos a importância de Cristo nas nossas vidas. No Natal a ceia é regada a glutonarias e bebedices igual a igreja de Corinto que precisou ser repreendida por Paulo. São raras as famílias que ao menos oram antes da ceia e tem aquelas que seus integrantes se entorpecem tanto que mergulham em brigas, ofensas e distanciamento.
O ser humano tem a infeliz facilidade de cultuar o que é visível e o culto a Jesus não tem esta oportunidade, então começaram a enxertar práticas pagãs no Natal. Além do Noel, o grande símbolo do Natal, há o culto à natureza, esta prática de enfeitar um pinheiro é muito antiga, povos pagãos mantinham esta prática para agradecer a natureza pela provisão oferecida e o pinheiro é símbolo de força e resistência. Nas cidades e nas casas há luzes por todos os lados para suprir a falta da verdadeira Luz de Jesus e contrastar com as trevas da sociedade. O dia 25 de dezembro é o dia em que os pagãos cultuavam Rá, o deus sol, que entre algumas civilizações era considerado o ápice da divindade. Temos também o consumismo desenfreado que não se associa ao cristianismo.
Natal é o dia mais hipócrita do ano, tudo é regido por uma atmosfera de fantasia e falsidade, aquilo que a pessoa não foi e não fez durante o ano, ela vai fazer em um único dia. Reconciliação, perdão, união familiar e ajuda aos miseráveis são pontos fortes neste dia, mas cristianismo não é isto, reconciliação, perdão, união e ajuda aos necessitados é uma constância na vida do cristão. O Natal é um alivio de consciência para aqueles que passaram o ano displicentemente e agora fazem alguma coisa para não fechar o ano em branco, ou melhor, em trevas. Mas isto é insignificante perto da essência cristã. Deveria ser ao contrário, viver este espírito durante o ano todo e no dia escolhido para comemorar o nascimento de Cristo seja exclusivo para exaltar e cultuar Aquele que é digno de glória e louvor, como se fosse um balanço, um acerto de contas e serviços. O Natal perdeu a sua essência e o seu ideal, hoje é dominado pelo paganismo e o consumismo, pontos que nos distancia dos ensinamentos de Cristo.
Deus já nos mostrou várias vezes que Ele tem nojo de celebrações, louvores e sacrifícios que não são acompanhados de obediência e santidade, atitudes que expressam a nossa nova natureza, um viver avaliado por nosso próprio interior, não apenas pelo exterior. Os mornos serão vomitados por Deus, são intragáveis e causam ânsia no Criador, estes ficam em cima do muro, cogitando em vários pensamentos e práticas, querem servir a vários senhores transformando suas vidas em um sincretismo religioso abominável aos olhos do Senhor. Ah! Mas uma árvore decorada não tem nada a ver, nem tem a intenção de cultuar a natureza é somente para entrar no ‘espírito’ natalino, e o Noel diverte as crianças, transmite paz e bondade, é uma mentirinha que faz bem, né? Será que Deus tem o mesmo ponto de vista, não creio. Mentira sempre será uma mentira e o culto talvez não seja diretamente, mas está alimentando e sustentando esta prática pagã.
Não podemos extirpar a celebração do Natal, mas temos que reavaliar nossos conceitos e práticas, nos tornando imagem e semelhança de Cristo ao invés de nos deixarmos levar pelo curso deste mundo ilusório e de valores contrários a vontade de Deus. Temos que abominar a religiosidade que invade nossas vidas destruindo nossa espiritualidade como um câncer.
O Natal não tem magia, é atitude que tem que ser tomada todos os dias do ano, nos lembrando do dia do nosso novo nascimento espiritual através de Jesus Cristo, pois a partir deste momento é que a semente do ‘Logos’ (Jesus) nasceu em nossos corações dando-nos uma vida espiritual. E quando enfocamos este nascimento abrangemos também nossa origem, natureza e essência. Somos originários do ultimo Adão, o espírito vivificante, nossa natureza é espiritual e a nossa essência é negarmos a nós mesmos para seguir a Cristo, suprir as carências dos necessitados, valorizar os excluídos e rejeitados, pois Cristo falou em Mt 25.35 que quando fazemos algo pelo próximo estamos fazendo para Ele. E O Natal nas nossas vidas é diário, pois a cada dia renasce a esperança e a misericórdia de Deus no nosso coração sedento.
Clay. 23.12.05

ALGO PARA SE PENSAR

ALGO PARA SE PENSAR
NELSON MANDELA

Nosso maior medo não é o de sermos inadequados.Nosso maior medo é o de sermos poderosos além da medida.É nossa luz, não nossa escuridão, o que mais nos apavora.Perguntamos a nós mesmos: Quem sou eu para ser brilhante, esplêndido, talentoso e fabuloso? Na verdade, por que você não seria?Você é um filho de Deus. Bancar o pequeno não serve ao mundo.Nada nos esclarece no sentido de nos diminuirmos, para que outras pessoas não se sintam inseguras em torno de nós.Nascemos para tornar manifesta a glória de Deus que está dentro de nós.Ele não está em alguns de nós: está em todos nós.E quando deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos a outras pessoas permissão para fazer o mesmo.Quando nos libertamos de nosso próprio medo, nossa presença automaticamente liberta outros.
(extraído do Discurso de Posse de 1994

Gênesis

A idéia para a criação deste espaço originou-se da minha vontade de compartilhar o conhecimento, eventos e tudo mais que possa nos unir como uma familia cristã mesmo que virtualmente.
O nome foi por acaso, aconteceu no mesmo momento da criação. Achei interessante e ai está!