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sábado, junho 16, 2007

reflexões

"Temos que descansar temporariamente de nós, olhando-nos de longe e de cima e, de uma distância artística, rindo sobre nós ou chorando sobre nós: temos de descobrir o herói, assim como o parvo, que reside em nossa paixão pelo conhecimento, temos de alegrar-nos vez por outra com nossa tolice, para podermos continuar alegres com nossa sabedoria" (Nietzsche)
"Realmente, só pelo fato de ser consciente das causas que inspiram minhas ações, estas causas já são objetos transcendentes para minha consciência; elas estão fora. Em vão tentaria apreendê-las. Escapo delas pela minha própria existência. Estou condenado a existir para sempre além da minha essência, além das causas e motivos dos meus atos. Estou condenado a ser livre. Isso quer dizer que nenhum limite para minha liberdade pode ser estabelecido exceto a própria liberdade, ou, se você preferir; que nós não somos livres para deixar de ser livres." Jean-Paul Sartre, (O Ser e o Nada )
É preciso ser um realista para descobrir a realidade. É preciso ser um romântico para criá-la. (Fernando Pessoa)
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida. Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.“(Aristóteles Onassis)
“O pior cárcere não é o que aprisiona o corpo,Mas o que asfixia a mente e algema a emoção.Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã.Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama.É abraçar, se entregar, sonhar recomeçar tudo de novo.É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção.Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.”
" Nenhum de nós pode programar a vida como linha reta imutável, inflexível...A cada instante as surpresas arrebentam e temos que ter humildade e imaginação criadora para ir salvando o essencial através do inesperado de cada instante..."
Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.” (Friedrich Nietzsche)
"Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripe estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar."

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