RECOMENDE!

terça-feira, julho 03, 2007

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES


Caminhando e Cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e Cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Pelos campos a fome em grandes plantacões
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Ha soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quarteis lhes ensinam uma antiga licão
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a cancão
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a historia na mão
Caminhando e cantando e seguindo a cancão
Aprendendo e ensinando uma nova licão
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
Vem, vamos embora que esperar nao é saber
Quem sabe faz a hora nao espera acontecer
por Geraldo Vandré

Um comentário:

Olha eu aí... disse...

Eu posso falar sobre esta música de Geraldo Vandré. Eu vivi este período de repressão, eu sei o que é correr, em plenas avenidas s.João, Ipiranga, Líbero Badaró com a cavalaria atrás, de trabalhadores. Geraldo Vandré foi um dos exilados pelo AI-5, numa época em que não podíamos exercer a liberdade de expressão.
Hoje, nós brasileiros temos a liberdade de podermos exercê-la, mas usamos a internet, esta fabulosa maquina para coiss supérfluas. Na década de 70 mulheres saiam pelas ruas, enfrentando a polícia, batiam panelas, exigiam seus direitos, e . Hoje, prostram-se frente à tv ou a internet esquecendo de seus direitos.
Ana Maria
www.sol.blig.com.br