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sexta-feira, outubro 31, 2008

À procura da felicidade


Felicidade, quem é ela? Onde ela está? Dizem que dinheiro não traz felicidade. Para quem está com a conta bancária cheia é muito fácil dizer esta frase, entretanto para aqueles que tem contas a pagar, filhos para cuidar e uma infinidade de desejos para saciar, o dinheiro é o meio para se alcançar a felicidade. Lógico que ele nunca pode se tornar um Mamon, ou seja, um deus, algo que amamos sobre todas as coisas. Mas o dinheiro sempre fará parte das nossas vidas, pois vivemos num mundo capitalista.
O filme ‘À procura da felicidade’ (Will Smith) mostra exatamente isto. O homem já tem uma bela família, proporciona uma correta educação ao seu filho, contudo a falta de recursos torna sua vida infeliz. Sua esposa o abandona, ele é despejado e torna-se um pobre necessitado. O caminho para mudar sua vida está num bom emprego. Algo que vai levantar o seu ego e fazer seu caminho reto. Para isto é preciso muita luta, muita renúncia, visão e dedicação.
Espelhei-me muito neste filme. Não vendia máquinas de raios-X portáteis, mas vendia queijos fabricados pelos meus pais. Não tenho filho para cuidar, entretanto tenho muitos sonhos para realizar, inclusive o de ter filhos. Não fui abandonado pela esposa, contudo fui desprezado por muitos por não ter sucesso profissional num período da vida que ele já devia ser certo. Porém, como no filme tinha a certeza de um horizonte de mudanças, saber que um dia as coisas iriam melhorar, as nuvens carregadas da tempestade passariam e um belo dia de sol chegaria. Também tinha a convicção de que quando este dia chegasse toda dedicação iria empenhar.
Este dia chegou. Não para vender ações pelo telefone, mas pelo telefone vender passagens aéreas que de certa forma também são ações. Nos dois sentidos, ação do verbo agir e ação para investir, pois há o programa fidelidade. Mas para isto é preciso passar no treinamento. Tempo para dar o sangue e muito empenho. Tempo de aprendizagem e conhecimento. Tempo de dedicação há todo momento. É certo que tudo isto continua, todavia agora é força total.
Depois quero olhar para trás e ver que foi difícil, foi um sacrifício, entretanto valeu a pena, pois já está valendo. Não existe ‘sacrifácil’, como já disseram, o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário, e complemento, o sacrifício vem antes de qualquer benefício.
A TAM surgiu no meu horizonte, pousou na minha vida e me fez decolar para uma nova vida. Uma vida de sonhos e realizações. Uma vida de conhecimento e crescimento numa empresa que voa alto, na altura que quero estar, a altitude do primeiro lugar, fazendo o que gosta, servir e voar. Na sua imensa aeronave ela trouxe um excesso de bagagem, algo que vale o quanto pesa, pois é a enorme felicidade. Contagiante, sacudida e transbordante, começa com um sorriso no crachá e continua no atendimento aos clientes e no relacionamento com os amigos e parentes.



CLODOALDO CLAY NUNES

04.10.2008

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