RECOMENDE!

terça-feira, outubro 27, 2009

RACIOCÍNIO LÓGICO

Olá matemáticos! Engenheiros! Contabilistas! Economistas! Inteligentes de maneira geral!!!Resolvam esta questão e depois, vejam a resposta oculta.
Dizem que foi uma das questões da Fuvest de 2001 (?) que provocou muita polêmica.
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Qual é o próximo número da seqüência abaixo?
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2, 10, 12, 16, 17, 18, 19,...
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tente acertar sem usar o ultimo recurso ...
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veja abaixo:
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Resposta:
O próximo número da seqüencial é 200.
Todos os números começam com a letra D.
Esta é cruel!!!
E não me venha dizer que acertou na resposta

segunda-feira, outubro 26, 2009

quinta-feira, outubro 22, 2009

ALEGRIA NA PRAIA

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BUS STOP 3


Quicksilver


Quicksilver

Seattle

special bus stop
London

Village bus stop

Virginia

UM HOMEM NO BURACO

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quarta-feira, outubro 21, 2009

BEM FEITO











Ética para a nova era

Nenhuma sociedade no passado ou no presente vive sem uma ética. Como seres sociais, precisamos elaborar certos consensos, coibir certas ações e criar projetos coletivos que dão sentido e rumo à história. Hoje, devido ao fato da globalização, constata-se o encontro de muitos projetos éticos nem todos compatíveis entre si. Face à nova era da humanidade, agora mundializada, sente-se a urgência de um patamar ético mínimo que possa ganhar o consentimento de todos e assim viabilizar a convivência dos povos. Vejamos, suscitamente, como na história se formularam as éticas.
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Uma permanente fonte de ética são as religiões. Estas animam valores, ditam comportamentos e dão significado à vida de grande parte da humanidade que, a despeito do processo de secularização, se rege pela cosmovisão religiosa. Como as religiões são muitas e diferentes, variam também as normas éticas. Dificilmente se pode fundar um consenso ético, baseado somente no fator religioso. Qual religião tomar como referência? A ética fundada na religião possui, entretanto, um valor inestimável por referi-la a um último fundamento que é o Absoluto.
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A segunda fonte é a razão. Foi mérito dos filósofos gregos terem construído uma arquitetônica ética fundada em algo universal, exatamente na razão, presente em todos os seres humanos. As normas que regem a vida pessoal chamaram de ética e as que presidem a vida social chamaram de politica. Por isso, para eles, politica é sempre ética. Não existe, como entre nós, politica sem ética. Esta ética racional é irrenunciável mas não recobre toda a vida humana, pois existem outras dimensões que estão aquém da razão como a vida afetiva ou além como a estética e a experiência espiritual.
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A terceira fonte é o desejo. Somos seres, por essência, desejantes. O desejo possui uma estrutura infinita. Não conhece limites e é indefinido por ser naturalmente difuso. Cabe ao ser humano dar-lhe forma. Na maneira de realizar, limitar e direcionar o desejo, surgem normas e valores. A ética do desejo se casa perfeitamente com a cultura moderna que surgiu do desejo de conquistar o mundo. Ela ganhou uma forma particular no capitalismo no seu afã de realizar todos os desejos. E o faz excitando de forma exacerbada todos os desejos. Pertence à felicidade, a realização de desejos mas, atualmente, sem freios e controles, pode pôr em risco a espécie e devastar o planeta. Precisamos incorporá-la em algo mais fundamental.
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A quarta fonte é o cuidado, fundado na razão sensível e na sua expressão racional, a responsabilidade. O cuidado está ligado essencialmente à vida, pois esta, sem o cuidado, não persiste. Dai haver uma tradição filosófica que nos vem da antiguidade (a fábula-mito 220 de Higino) que define o ser humano como essencialmente um ser de cuidado. A ética do cuidado protege, potencia, preserva, cura e previne. Por sua natureza não é agressiva e quando intervem na realidade o faz tomando em consideração as consequências benéficas ou maléficas da intervenção. Vale dizer, se responsabiliza por todas as ações humanas. Cuidado e responsabilidade andam sempre juntos.
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Essa ética é hoje imperativa. O planeta, a natureza, a humanidade, os povos, o mundo da vida (Lebenswelt) estão demandando cuidado e responsabilidade. Se não transformarmos estas atitudes em valores normativos dificilmente evitaremos catástrofes em todos os níveis. Os problemas do aquecimento global e o complexo das varias crises, só serão equacionados no espírito de uma ética do cuidado e da responsabilidade coletiva. É a ética da nova era. A ética do cuidado não invalida as demais éticas mas as obriga a servir à causa maior que é a salvaguarda da vida e a preservação da Casa Comum para que continue habitável.
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Leonardo Boff é autor de Saber cuidar. Etica do humano, compaixão pela Terrra, Vozes.

BEBÊS RARAMENTE VISTOS 2







terça-feira, outubro 20, 2009

quarta-feira, outubro 14, 2009

domingo, outubro 11, 2009

O QUE TE INCOMODA?

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MACHU PICCHU










“Cuidado com o Leão Surdo”

Era uma vez, um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar otrabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que ao ser tocada enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.
E foi assim flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando. Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava, o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma arvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria: - Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho...
Moral da História.
Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo, um dia podem não dar;
Tenha sempre um plano de contingência;
Prepare alternativa para as situações imprevistas;
Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se;
Esteja atento as mudanças e não espere as dificuldades para agir.
(Autor Desconhecido)

AMIGOS TAM


... DE BÊBADO NAO TEM DONO.

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