RECOMENDE!

segunda-feira, janeiro 25, 2010

TÚNEL DA MORTE - RÚSSIA

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TOMA JUÍZO....


DIFERENÇAS DA EDUCAÇÃO


MUDAR HÁBITO X MUDAR HABITAÇÃO

Se alguém quebrou ou torceu a perna e não andar de carro ou barco, chama o médico para endireitar a fratura ou o músculo torcido. Mas e essa alma, quebarda e deslocada em tantos lugares, acreditas que as mudanças de lugar poderão recuperá-la? O ferimento é muito grave para ser curado apenas com uma mudança de lugar.
...
Ficas espantado por fugir em vão? Aquilo do que estás tentando te livrar está sempre junto a ti. Começa, portanto, a te corrigir, a livrar-se desse fardo. Põe um limite respeitável nesses desejos que devem ser eliminados. De tua alma retira toda a maldade. Se queres viagens agradáveis, cura aquilo que te acompanha. Se conviveres com avarentos, a avareza te seguirá; se conviveres com os soberbos, o orgulho te seguirá. Teu mal jamais te abandonará se continuares frequentando os ambientes nocivos, e a amizade com adúlteros aumentará o fogo da licenciosidade que há em ti.
Se queres te livrar desses vícios, é preciso livrar-te dos exemplos perniciosos.
.
Sêneca - Aprendendo a viver. pg 128.

KKKKKKK





PARABÉNS SÃO PAULO - 456 ANOS




A bandeira da cidade de São Paulo é composta por uma cruz deitada e o brasão da cidade.
A bandeira paulistana é branca, traz a
Cruz da Ordem de Cristo em vermelho e ostenta o brasão do município no centro.
O branco simboliza a paz, a pureza, a temperança, a verdade, a franqueza, a integridade, a amizade e a síntese das raças. O vermelho simboliza a audácia, a coragem, o valor, a galhardia, a generosidade e a honra. A cruz evoca a fundação da cidade. O círculo é o emblema da eternidade e a frase no idioma latim descrito no brasão ,"non ducor duco", significa, "Não sou Conduzido, Conduzo!", reafirmando a posição de São Paulo como capital e líder de seu estado e como cidade mais importante do país em diversos aspectos.
Foi instituída em
6 de março de 1987 pelo prefeito Jânio Quadros. Antes dela, a bandeira era toda branca com o brasão da cidade ao centro.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, janeiro 23, 2010

quinta-feira, janeiro 21, 2010

PLANETA TERRA

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A arte de viver

Ricardo Gondim
Definitivamente viver não é fácil. Basta observar as fatalidades que poluem as estradas da história. Milhões morreram sem conseguir aprimorar-se na difícil arte de existir. A vida muitas vezes é áspera, arriscada e sempre perigosa. A toada inclemente do tempo, a tensão de ter que conviver com pessoas impiedosas, o peso de ter que decidir entre o certo e o errado exigem cuidados extremos. Não basta viver -- é preciso viver bem e para isso é necessário concentração, bom siso e uma pitada de humildade.
A arte de viver requer que se rompam os confinamentos. Toda marginalização ou reclusão imposta é nitroglicerina que detona a alma e forma abismos que sorvem a alegria de viver. No ventre da história conturbada e triste do século 21, somente artistas e poetas conseguiram recuperar o verbo coexistir de sua insignificante função. Antigamente coexistir descrevia a tolerância como mero dever. Os civilizados precisavam de resignação para aguentar o próximo. De repente, coexistir passou a significar a beleza de reconhecer a dignidade dos que pensam diferente, transmitindo a ideia de que ninguém será discriminado, diminuído ou marginalizado por causa de sua fé, cor da pele ou ideologia política.
As diferentes cosmovisões possuem valor idêntico. Na boca dos poetas, as expectativas dos profetas por um mundo sem cadeias de absolutismo já começaram a acontecer. Eles intuem que em breve a humanidade não suportará racismos, ódios e desprezos sociais. Um dia, os campos de batalha serão arados e semeados com amor para que nunca mais se confunda o choro de crianças com os hinos marciais.
A arte de viver requer que se ame a poesia. Só ela pode apagar o ódio. Os poetas se unirão a homens e mulheres de boa vontade para soterrar os charcos da maldade com benignidade e beleza. Estes serão chamados filhos de Deus, pois carregam o antídoto capaz de salvar o mundo. Nervos gripados de vingança e olhos enrubescidos de brutalidade se confrontarão com a singeleza da palavra, mas a ternura triunfará -- quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
A arte de viver requer que sempre se opte pela simplicidade, porque a vida verdadeira se esconde na realidade mais frágil. Os que se encantam com as sofisticações não conseguem enxergar a beleza que mora nas coisas efêmeras; só o insubstancial é eterno. É necessário um olhar singelo para perceber a graça que há no comum. Os pobres de espírito entrarão nos átrios sagrados de Deus. Os puros de coração perceberão na bruma silenciosa a voz do Espírito.
A arte de viver requer integridade. Uma vida abundante precisa juntar os fragmentos da alma para viver com uma santidade não restrita à obediência religiosa ou ao cumprimento de mandamentos moralistas. Não basta resignar-se. Santidade é plenitude do ser, do ser-homem, do ser-mulher. Só os verdadeiramente santos eternizam os instantes para, inteiros, saborearem as chances fugazes de felicidade.
A arte de viver requer respeito aos ciclos da vida. As estações se alternam do verão ao inverno, da primavera ao outono, e quem não experimenta cada tempo com suas peculiaridades acaba adoecendo. No tempo de nascer faz-se festa, no de morrer lamento; no tempo de plantar semeia-se esperança, no de colher o que foi plantado lida-se com a derrota; no tempo de matar se aprende a dizer adeus, no de sarar o poder do perdão; no tempo de demolir se despede da onipotência, no de construir adquire-se fé na ressurreição; no tempo de chorar se convive com a fraqueza, no de rir com a força da alegria; no tempo da guerra se percebe o perigo da perversidade, no da paz a felicidade da sabedoria.
A arte de viver requer sensibilidade transcendental. Contentar-se com os horizontes do mundo material e imanente significa abrir mão da vida eterna. Os seres humanos nasceram com sede pelo que está além do céu, além da última galáxia, além do tempo Pulsa no coração humano a litania que repete: “Por que te escondes, Senhor?”. Tudo passa. Todas as emoções perdem o encanto. Todos os prazeres são provisórios, mas a sede pelo divino permanece. Quem beber de um gole d’água da vida, quem receber uma visitação do Espírito e quem ouvir uma só palavra do Cordeiro de Deus, jamais se contentará com o brilho deste mundo.
A difícil arte de viver não aceita procrastinação. Quem deseja experimentar o céu e evitar o inferno deve começar já, antes que se rompa o fio de prata.
Soli Deo Gloria

SORTUDO

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IMAGENS OLÍMPICAS










Viver faz bem

Ricardo Gondim.
Sei que não preciso explicar, mas estou crescentemente apaixonado pela vida. Amo a vida porque as cores me fascinam, os gênios me intrigam, as poetisas me seduzem, os santos me quebrantam, os justos me desafiam, os solidários me estimulam. Tudo é esmagadoramente formoso.
Sei que corro o risco de ser redundante, mas estou crescentemente viciado em viver. Amo a vida porque os sabores me esfomeiam, os silêncios me atraem, os mistérios me intrigam, os horizontes me instigam. Já meio estrábico, encaro de perto o milagre da vida e fico sem reação. Tudo é avassaladoramente delicioso.
Sei que posso resvalar no lugar comum, mas estou fascinado com a aventura de viver. Amo a vida porque as mulheres me encantam, os altruístas me humilham, os sábios me instruem, os artistas me animam. A fertilidade criativa é infinita. As bibliotecas, um dia, não caberão tantos livros. O Louvre precisará de anexos. Quero viver até o final do milênio para testemunhar o que ainda será inventado, criado e recriado. Tudo é magnificamente grande. Sei que me repito, mas estou maravilhado com o dia a dia. Amo a vida porque não espero o previsível, não aceito a manipulação dos espertos e não convivo com o domínio dos poderosos. Acolho o insólito e enfrento o traumático para não fugir da realidade da dor. Se evito as atrocidades é para nunca afeiçoar-me com o mal. Tudo é poderosamente desafiador.
Sei que retorno ao mesmo tema, mas estou deslumbrado com as contradições da vida. Amo a vida porque sofro com angústias que não são minhas e abrigo felicidades alheias. Eu e meus irmãos somos paradoxais, saltamos como a corça e nos entocamos como a lebre, rujimos como o leão e bailamos como o colibri. Celebro a liberdade de orvalhar o papel com as lágrimas da poesia e encharcar a camisa com o suor dos meus ideais. Tudo é fantasticamente misterioso.
Sei que posso arrefecer a força de minha escrita, mas estou colado ao ofício venturoso de viver. Amo a vida porque tento entupir o ralo por onde podem descer os poucos dias de minha vida, escapo do banal. Parei de dissimular, não pretendo ver-me consumido com ódios que gastam tanta atenção. Prego em tábuas as memórias para não deixá-las fugirem. Se me comparocom os amigos que envelheceram é para dizer: Meu Deus, eles se desgastaram mais do que eu! Disponho-me a pagar o preço da longevidade. Não invejo o Monumento ao Soldado Desconhecido e nem as flores que recebeu do imperador. Não desejo a sorte dos Camelots: John Kennedy, Che Guevara, James Dean, Lady Diana - todos morreram cedo. Tudo é fortemente cativante.
Sei que preciso enfatizar, mas eu preciso dizer a mim memso que é bom viver. Amo a vida porque engasgo com o semblante do noivo naquele instante mágico em que a porta da igreja se abre para sua noivinha vir dizer sim. Emociono-me com o café que incensa a manhã pueril. Ouço a canção da menina desafinada como de uma soprano erudita. Leio o bilhete do presidiário como um tratado filosófico. Acolho as razões da avó como verdades inquestionáveis. Tudo é profundamente sensível.
Sei que posso dizer mais uma vez, e em letras garrafais: Eu amo viver! Amo a vida porque perdi a pressa. Desisti das onipotências, abri mão da perfeição e comecei a perceber que Alguém me ama sem que precise provar nada para Ele. Tudo é infinitamente gracioso.
Soli Deo Gloria.

QUE BARRIGA!!




OS DESENGANADOS E OS ENGANADOS



Não sei se ainda hoje se fala assim, mas até há alguns anos se dizia, a respeito de alguém que estivesse gravemente enfermo, que ele estava desenganado. Ou seja, que estava à beira da morte. Quanto mais penso mais acho curioso o fato de usarmos a palavra “desenganado” quando nos referimos a uma pessoa que vai morrer, já que isso vai acontecer a todos nós. Desenganado é aquele que já sabe que vai morrer, ao passo que nós, que gozamos de boa saúde, que ainda não sabemos que vamos morrer, somos os “enganados”.
Nos relacionamos de uma forma extremamente complexa com o fato de sermos mortais. A tendência que predomina em nós é a de negá-la, o que define o mecanismo pelo qual nos tornamos “enganados”, aqueles que fingem não saber que vão morrer. Poucas são as pessoas que, em plena saúde, pensam na morte como uma possibilidade permanente. Poucos levam em conta a morte como parte dos seus projetos de vida: a morte determina um sentimento de urgência, de que não podemos adiar indefinidamente nossas decisões, de que temos que fazer opções e aceitar perdas. Aliás, uma das dificuldades de lidar com as perdas é que todas elas têm algo da morte, da inaceitável e inexorável finitude. Ao pararmos de fumar dizemos: “nunca mais poderei fumar um cigarro”! Nunca mais é quase sinônimo de morte; é vivenciar a morte em vida. Rupturas amorosas provocam sentimentos equivalentes.
Mesmo aqueles que se empenham em não fazer parte dos “enganados” têm que viver como se fossem eternos. Em termos, é claro. Não cabe, aos 80 anos de idade, continuar a trabalhar e a poupar para o “futuro” da mesma forma que se faz aos 30 anos. Não é o caso, porém, de se abandonar todos os projetos e planos para o futuro, já que não é impossível que se possa viver ainda uns 10 ou 15 anos com boa atividade e lucidez. Penso que o ideal é se posicionar mais ou menos da seguinte forma: sabemos que somos mortais e que poderemos morrer a qualquer instante. Porém, temos que atuar como se fôssemos viver para sempre. Trata-se de ter, ao mesmo tempo, consciência da finitude e humildade de saber que não se é dono do próprio destino.
Não creio que se deva pensar de modo diferente no caso de sermos portadores de alguma doença mais ou menos grave. Mesmo respeitando os médicos e a medicina, não são eles -- e nem os exames que eles nos mandam fazer -- os que vão decidir sobre se estamos em vias de morrer ou não. Vivemos a vida com a sombra da morte ao nosso lado. Mesmo que uma tomografia ou outro exame detecte de modo vigoroso a presença da sombra da morte, isso não deveria nos surpreender tanto e nem mesmo considerarmos que já fomos julgados e que o veredicto da morte é fato consumado, que a vida já foi derrotada. Penso que cada situação existencial contém os ingredientes da vida e da morte e os exames são como uma fotografia, o registro de um estado momentâneo que sempre poderá ser alterado. Nós que não estamos enganados não poderemos ser desenganados.
Nós que não estamos enganados podemos estar com saúde ou doentes. Em ambos os casos, sabemos que se trata de uma fotografia instantânea e não de um filme permanente e definitivo. Talvez devamos compreender que a vida é mesmo uma luta permanente -- agonia é sinônimo de luta, como aprendi lendo Miguel de Unamuno, escritor e ensaista espanhol do século passado. Lutamos contra inúmeros obstáculos e adversidades externas. Lutamos contra inimigos reais, animados e inanimados. Lutamos contra adversidades climáticas e tentamos sobreviver a guerras e a invasões de microorganismos. Lutamos para permanecer serenos diante de situações alarmantes e ameaçadoras, para manter a alegria mesmo em situações mais tristes, para sermos ponderados mesmo quando somos provocados etc. Nenhuma dessas eventuais vitórias é definitiva, de modo que em futuras situações teremos que voltar à luta com igual vigor e persistência. A luta é diária e ininterrupta.
Nenhuma luta contra adversidades externas é tão difícil e dolorosa quanto a que travamos internamente entre nossas tendências construtivas e destrutivas, entre a vida e a morte. A briga é permanente e independe de estarmos ou não com boa saúde. Não creio que seja igualmente relevante o fato de estarmos doentes -- tanto as banais como as de maior gravidade e perigo. Estamos sempre diante de um estado momentâneo, de uma fotografia. A luta é contínua. Tanto faz se estamos sadios ou doentes, temos que lutar pela vida e contra a morte a cada dia, a cada instante. Temos que lutar com todas as nossas forças para prolongar a vida e fazer dela uma condição construtiva e produtiva tanto para nós como para os que nos cercam. Temos que lutar sabendo que, no fim, seremos derrotados; a morte, e só ela, dará fim à nossa agonia. Quando a batalha final chegar, os que souberam lutar com dignidade também saberão aceitar a derrota com docilidade.






Escrito em 2 de fevereiro de 2003.


Flávio Gikovate.

domingo, janeiro 17, 2010

TAEKWONDO

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CAPOEIRA

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sábado, janeiro 16, 2010

quarta-feira, janeiro 13, 2010

terça-feira, janeiro 12, 2010

SENTA O PAU!



Ontem e hoje a Rede Record apresentou imagens de cidadãos sendo assaltados em pleno coração paulistano. O viatudo do chá, o vale do Anhangabaú e a rua Xavier de Toledo, uma das mais movimentadas da América do Sul, tornaram-se cenários de extrema covardia. Grupos de 'noinhas' atacam pessoas de bem a todo momento. Roubam, espancam e barbarizam a todos que passam.

Isto é um absurdo!!! Sem contar a cracolândia, pois lá já é o cúmulo!!

Atualmente vemos vários movimentos que são criados no virtual e se mostram poderosos no real! São abraços de graça, campanhas, calúnias e até ficar pelado no metrô. Aqui em São Paulo e em outras muitas cidades que esta violência acontece tevem ter o dia do 'Senta o pau'. Sentar a madeirada nas costas destes zumbis que rondam na noite paulistana tirando dos transeuntes a paz, a alegria e tudo mais que eles puderem roubar.

Vamos combinar um dia... não! um dia não. Vamos combinar que todos os dias que tiver estas pragas nas ruas sairemos com pedaços de madeira para sentar o pau nesta raça. Com diz o Maluf: 'judia, mas não mata'. Não queremos chacina, pelo contrário, devemos oferecer uma recuperação para aqueles que aceitarem, entranto para os continuam a atacar pessoas, 'senta o pau' neles.

A cidade não pode aceitar este tipo de situação, pagar impostos e não poder passear tranquilamente no belo centro de São Paulo. A polícia, hahaha, observa de longe, pois está com as mãos atadas, ou melhor, sem pés e mãos porque são apenas dois policiais num posto móvel. Quando a viatura chega os moleques vão embora, entretanto voltam logo em seguida. Não entendo e acho que a população também não entende como estas coisas acontecem diariamente e ninguém toma providências. A cracolândia já é caso para o exército, dominaram geral as ruas, imagino como deve ser horrível morar naquele lugar.

Como diz o FHC: "Assim não dá, assim não pode!"

Se as autoridades nada fazer é papel dos cidadãos como uma forma de cidadania defender seu Habitat. Não podemos aceitar esta criação de ratos a céu aberto nas belas ruas da cidade. Ratos sempre haverá nas cidades, mas descarados e incomodando as pessoas desta forma já é demais. Se deixar, onde vamos parar?

SENTA A PUA!

O grito de guerra "Senta a Pua" surgiu na Base Aérea de Salvador em 1943/44 quando lá servia o 1º Ten.-Av. Firmino Ayres de Araújo. Zé Firmino, como era conhecido, era um paraibano, todo desengonçado, do tipo que chama todo mundo por "Zé".
Nessa época surgiu no nordeste a gíria "Senta a Pua", e Zé Firmino a utilizava para apressar os motoristas nas suas viagens. Isso obrigava o homem a correr um pouco acima do limite.
Quando veio o voluntariado para o 1º Grupo de Aviação de Caça que combateria na Itália, este grito foi levado para o Panamá junto com três candidatos cedidos por Salvador. Do Panamá, onde o grupo fez seus primeiros treinos ele foi levado para os Estados Unidos, onde os voluntários tiveram o primeiro contato com os P-47 Thunderbolt, suas principais armas contra o nazi-facismo.
Já na Itália, o "Senta a Pua" foi ganhando corpo e se transformou no grito de guerra dos Jambocks, nome código do 1º Grupo de Caça.
Agora só faltava um símbolo que surgiu no deslocamento dos Estados Unidos para Livorno, na Itália, a bordo do UST Colombie, pelas mãos do Cap. Fortunato Câmara de Oliveira.
A idéia básica é o avestruz, que retratava a velocidade e a maneabilidade do avião de caça P-47, como também o estômago dos veteranos devido a péssima comida recebida a bordo do UST Colombie. O boné do avestruz representava a robustez do P-47 e proteção ao piloto, e o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul em destaque. A pistola insinua a potência de fogo do Thunderbolt que possuía oito metralhadoras "ponto cinqüenta", quatro em cada asa; duas bombas de quinhentas libras, uma bomba de napalm ou gasolina gelatinosa e seis foguetes de cento e cinco milímetros. Ao fundo vermelho, que eterniza o sangue derramado pelos pilotos mortos e feridos em combate, vê-se uma nuvem cúmulo que representa o espaço aéreo, e uma bolota de fumaça negra e os estilhaços, que é a artilharia inimiga. E circulando o símbolo a faixa dupla verde-amarela lembrando a nossa Pátria Brasil. Por fim a exclamação "Senta a Pua", o grito de guerra dos pilotos de caça.. os de ontem e os de hoje.
dados:

segunda-feira, janeiro 11, 2010

PRESÉPIO DE CRICIUMA/SC




AÍ ESTÁ, A FAMOSA CARA DE BUNDA


'TÁ' DE BRINCADEIRA!


SOBRE CASAMENTO E AMOR

Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma companheira que lhe seja suficiente. Gênesis 2.18
Venho me perguntando o que faz as pessoas optarem pelo casamento se contam com outras alternativas para a vida a dois. A justificativa mais comum para o casamento é o amor. Mas devemos considerar que amor é uma experiência cuja definição está em xeque não apenas pela quantidade enorme de casais que "já não se amam mais", como também pelo número de pessoas que se amam, mas não conseguem viver juntas.
Talvez por estas duas razões - o amor eterno enquanto dura e o amor incompetente para a convivência - nossa sociedade providenciou uma alternativa para suprir a necessidade afetiva das pessoas: relacionamentos temporários em detrimento do modelo indissolúvel. Mas, mesmo assim, o número de pessoas que optam pelo casamento em sua forma tradicional, do tipo "até que a morte vos separe" cresce a cada dia. Acredito que existe uma peça do quebra cabeça que pode dar sentido ao quadro. Trata-se da urgente necessidade de desmistificar este conceito de amor que serve de base para a vida a dois.
Afinal de contas, o que é o amor conjugal? Para muitas pessoas, o amor conjugal é confundido com a paixão. Paixão é aquela sensação arrebatadora que nos faz girar por algum tempo ao redor de uma pessoa como se ela fosse o centro do universo e a única razão pela qual vale a pena viver. Esta paixão geralmente vem acompanhada de uma atração quase irresistível para o sexo, e não raras vezes se confunde com ela. Assim, palavras como amor, paixão e tesão acabam se fundindo e tornando-se quase sinônimas.
Este conceito de amor justifica afirmações do tipo "sem amor nenhum casamento sobrevive", "sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena", "é o sexo apaixonado que dá o tempero para o casamento". Minha impressão é que todas estas são premissas absolutamente irreais e falsas. Deus justificou a vida entre homem e mulher afirmando que não é bom estar só. Nesse sentido, casamento tem muito pouco a ver com paixão arrebatadora e sexo alucinante.
Casamento tem a ver com parceria, amizade, companheirismo, e não com experiências de êxtase. Casamento tem a ver com um lugar para voltar ao final do dia, uma mesa posta para a comunhão, um ombro na tribulação, uma força no dia da adversidade, um encorajamento no caminho das dificuldades, um colo para descansar, um alguém com celebrar a vida, a alegria e as vitórias do dia-a-dia.
Casamento tem a ver com a certeza da presença no dia do fracasso, e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade. Casamento tem a ver com ânimo, esperança, estímulo, valorização, dedicação desinteressada, solidariedade, soma de forças para construir um futuro satisfatório. Casamento tem a ver com a certeza de que existe alguém com quem podemos contar apesar de tudo e todos ... a certeza de que, na pior das hipóteses e quaisquer que sejam as peças que a vida possa nos pregar, sempre teremos alguém ao lado.
Nesse sentido, não é certo dizer que sem amor nenhum casamento sobrevive, mas sim que sem casamento nenhum amor sobrevive. Não é certo dizer que sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena, mas sim que sem relacionamento nenhuma paixão vale a pena. Não é o sexo apaixonado que dá o tempero para a vida a dois, mas a vida a dois que dá o tempero para o sexo apaixonado. Uma coisa é transar com um corpo, outra é transar com uma pessoa. Quão mais valiosa a pessoa, mais prazeroso e intenso o sexo. Quão menos valorizada a pessoa, mais banal a transa.
Assim, creio que podemos resumir a vida a dois, entre homem e mulher, conforme idealizada por Deus, em três palavras que descrevem um casal bem sucedido...
Um casal bem sucedido é um par de amantes.
Um casal bem sucedido é um par de amigos.
Um casal bem sucedido é um par de aliados.
São três letras A que fornecem a base de uma relação duradoura. Amante se escreve com A. Amigo se escreve com A. Aliado se escreve com A. E não creio ser mera coincidência o fato de que todas as três, amante, amigo e aliado, se escrevem com A... A de AMOR.
Ed René Kivitz

PENSAMENTOS






GESTÃO E FELICIDADE

Nosso mestre Ariovaldo Ramos está nos ensinando a respeito da felicidade. Sua tese é que a Bíblia não define felicidade, mas descreve o tipo de gente que é feliz. Ao analisar o Salmo 1, disse que "feliz é aquele que sabe onde está o verdadeiro prazer", a saber, na meditação na Lei do Senhor, isto é, a Lei do Amor, pois toda a Lei se resume em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo. Aqueles entram na dinâmica do amor se distinguem dos rebeldes, dos escarnecedores e dos ímpios, isto é, se submetem a Deus e seu jeito de fazer as coisas, em detrimento de se associarem com aqueles que desejam construir um mundo sem Deus.
O mundo sem Deus é um mundo estressado e estressante, onde o homem tenta desesperadamente resgatar o paraíso às custas de suas próprias forças e às expensas de tudo e todos. O mundo com Deus (ou de Deus) é um mundo descrito em linguagem orgânica, viva, através das imagens "árvore, folhagens, frutos, fontes de águas, vento".
Na dinâmica do amor, a vida tem balanço, obedece ciclos onde cada coisa acontece a seu tempo. Esta visão conduz à afirmação de que "nada no universo frutifica o tempo todo", o que confronta dramaticamente o espírito moderno de busca frenética de resultados. A árvore plantada junto aos ribeiros de águas dá seu fruto na estação certa. Não se promete fruto todo dia e toda hora. O que se promete é uma folhagem viçosa, isto é vitalidade da árvore, ou se preferir, uma árvore que sempre dará fruto na época de dar fruto. Enquanto a economia humana está baseada em fazer para garantir resultados, a economia divina está baseada em ser para garantir vitalidade. A convicção é que "todo ser vivo frutifica", em contraposição à falsa afirmação de que "todo ser ativo produz o tempo todo".
O que isso tem a ver com felicidade? O que isso tem a ver com gestão? E o que gestão e felicidade tem a ver com isso? Compreendo que felicidade, aqui, significa satisfação: ver o fruto do seu trabalho e ficar satisfeito, dizer ao final: "Isso é muito bom, isso é suficiente". Aqueles que compreendem que nada no universo frutifica o tempo todo, terão paciência no tempo de arar a terra, aguardar a chuva, semear na estiagem, e esperar as flores e frutos. Ao final, apesar das lágrimas dos processos, voltarão com alegria, trazendo sua colheita abundante. Aqueles que quiserem frutificar o tempo todo se arremessarão freneticamente no ativismo, levarão a terra à exaustão, atropelarão pessoas, precipitarão processos, e ao final ficarão frustrados e desiludidos a se perguntar o porque do fracasso após tanto trabalho.
Por esta razão, acredito que felicidade e gestão têm tudo a ver com isso. O segredo não é trabalhar sem tréguas esperando resultados diários e imediatos. O segredo é trabalhar em sintonia com a dinâmica do amor e os ciclos da vida, garantindo que as árvores estejam plantadas junto às correntes de águas e zelando para que cada árvore tenha sua folhagem brilhando de vitalidade, na certeza de que no tempo certo, darão seu fruto. O difícil é saber, no contexto da gestão e operação, onde estão as correntes das águas.
Ed René Kivitz

domingo, janeiro 10, 2010

PUTZ!!!